Falar inglês hoje em dia é primordial para quem quer se destacar no mercado de trabalho. A maioria dos classificados de empregos exige a fluência na língua de Shakespeare. Não há como escapar.
Para uns aprender inglês é sinônimo de prazer, para outros, uma tortura.
Quem nunca sonhou com um método milagroso do tipo “aprender dormindo”? Infelizmente, aprender uma língua não é tarefa fácil, muito menos rápida.
Mas o quê será que funciona na hora de aprender inglês? Qual será o melhor método, o tradicional em que o aluno vai até a escola, pela internet, onde você mesmo faz o seu horário, ou ainda as viagens de intercâmbio, com verdadeiros programas de imersão, por semanas ou meses em um país de língua inglesa?
Na verdade não há um método mais eficiente. Tudo vai depender do objetivo e de quanto tempo a pessoa dispõe para aprender. A personalidade de cada um também deve ser levada em conta na hora da escolha.
“Se o aluno é mais extrovertido, passar um tempo no local onde a língua é falada pode ser mais eficiente, porque ele não vai ter receio de falar com os outros e aproveitará todas as oportunidades para praticar. Agora, se é mais introspectivo, gosta de estudar, de pesquisar nos livros, o método tradicional, da sala de aula, é melhor. A internet só funciona para aqueles que têm muita disciplina. A flexibilidade de horário pode ser uma armadilha”, explica Lisika Goldcheleger, gerente acadêmica da Cultura Inglesa.
É necessário que o aluno avalie bem o que está sendo vendido e se o método vai de encontro ao que ele necessita dentro do prazo pretendido.
Silvana Pereira
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